Praia e mar não tem preço!
Nos períodos de festas, principalmente nos centros urbanos com maiores densidades demográficas, ocorrem diversos problemas ambientais que se arrastam ao longo do tempo, grande parte destes relacionados com o despejo ilegal do lixo urbano. No Brasil, o ambiente praial tem se tornado espaço de privatizações por conta da inoperância do poder público, na qual restringe o uso desses ambientes para uma pequena parcela privilegiada que tem o poder de comprar a concessão do uso do lote de terra. Esses dois problemas (lixo urbano e a privatização) torna o ambiente praial um espaço degradado de forma acelerada, onde os altos fluxos de turistas e os intensos processos de ocupação desconfiguram a sua paisagem original. Como resolver tais problemas? É importante saber que tais situações não são iguais ao longo de toda costa brasileira, mas devem ser pensados de forma integrada, pois não há dinâmicas costeiras dissociadas ou em condições de "ilhas". É preciso discutir, fortalecer e fazer...