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Ponto Nemo - O cemitério de foguetes no oceano!

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 Um grande problema que as agências espaciais precisam resolver é o destino do lixo espacial, que pode causar danos para as naves que orbitam o nosso planeta, além de representar uma ameaça para as cidades, já que há possibilidade de que esse lixo espacial possa cair em áreas habitadas. É pensando nessa situação que se buscou um ponto distante e inabitado na Terra para ser o destino de todo esse lixo espacial. Essa área inabitada é denominada de ponto Nemo (em latim significa "ninguém", em homenagem ao capitão Nemo, marinheiro anti-herói de Júlio Verne), também chamado de cemitério de naves espaciais pela NASA (agência espacial norte-americana). Trata-se de ser um lugar perfeito para a destinação do lixo espacial, é um ponto de inacessibilidade oceânica, distante 2700 km de qualquer área continental. Para se ter uma ideia, as pessoas mais próximas desse lugar são os astronautas que estão a bordo da estação espacial! Para que um objeto chegue nesse ponto é preciso calcular com...

O dia em que o canal foi desligado!

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 O comércio internacional está em constante movimentação, com transações financeiras que acontecem entre os mais variados países. Essa situação faz parte do motor da economia globalizada atualmente, e que não se cogita possíveis interrupções, o ritmo realmente é constante!  Porém, o improvável ocorreu: um dos mais importantes canais (o Canal de Suez, no Egito) que faz contato entre os países asiáticos e europeus, foi bloqueado por um navio cargueiro. Esse causo se estendeu por seis dias, o suficiente para causar impactos negativos na economia mundial. Esse canal é a passagem mais curta entre os mercados asiáticos e europeus, barateando assim os custos de transporte e, consequentemente, os produtos exportados.  Com o acesso bloqueado no Canal de Suez, as embarcações se veem obrigadas a dar uma enorme volta ao redor do continente africano, adiando assim os serviços de exportações. Como tempo é dinheiro, todo esse atraso custará grandes perdas financeiras, sendo que o caso s...
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A proporcionalidade entre o mar e os seus mistérios       Qual é o tamanho do mar? Até onde podemos mensurar a sua extensão? Parece uma pergunta boba, mas que tem um peso nas discussões científicas. Historicamente o mar era visto como algo misterioso, inóspito, imprevisível. Em séculos passados (XVI e XVII) não era comum a presença de casas próximas das praias, havia um vazio que deixava o ambiente praial com ares sombrios. Considerava-se em épocas passadas que as praias significavam importantes pontos para rotas comerciais na fase do capitalismo mercantilista, com grande presença de pessoas durante o dia (mercadores, fazendeiros, pescadores, navegadores, etc.). Mas quando se chegava a noite era preferível se evitar essas áreas por conta dos diversos contos e mitos que popularizam o mar como um lar de criaturas monstruosas. Com isso, as praias guardavam consigo as diversas fantasias provenientes dos contos populares.      Com o tempo o perímetro urbano...
Oceanos: porta aberta para o comércio externo A história da evolução das diversas civilizações mostra que o acesso ao mar é uma necessidade corrente, importante fator para o crescimento econômico de um país. Os portos são importantes pontos de trocas comerciais entre os diversos lugares do mundo. Este acesso é de fundamental importância para o desenvolvimento econômico dos países, pois isto significa uma porta aberta para o comércio externo. A intensificação desse processo está relacionada com os efeitos da globalização.  Por outro lado, os países que não tem saída para o mar são dependentes daqueles que tem saída (com litoral privilegiado pela posição geográfica), havendo assim a necessidade de pagar altíssimos impostos e condições de logística para poder exportar os seus produtos nos portos dos países vizinhos. É o caso do Paraguai, que não tem saída para o mar e exporta os seus produtos no porto de Santos (SP). Imagine como seria a situação se o nosso país (Brasil) e o Pa...